Smart business travel: produtividade e segurança, chaves para novas viagens de negócios


As novas viagens de negócios deixaram de ser mais uma atividade geradora de negócios para se tornarem o motor da economia empresarial.

Smart business travel: três palavras que foram colocadas em jogo após a pandemia como a chave para a recuperação da economia.

Mas o que significa smart business travel? Qual é o destino para viagens de negócios inteligentes?

Smart business travel: produtividade + segurança para relançar a economia

No atual cenário de incerteza e falta de homogeneidade de critérios, mesmo dentro do âmbito nacional, as viagens de negócios continuam a ser uma atividade autorizada em quaisquer circunstâncias. A razão deve-se à sua importância vital para o restabelecimento de uma economia que, perante qualquer paralisia, reage enfraquecendo.

Falamos de um novo business travel porque evoluiu de uma atividade geradora de negócios para se tornar o motor da economia de negócios. Nas palavras de Marcel Forns, CEO da GEBTA, “sem viagens não há negócio”. Uma afirmação retumbante e com visão de futuro sobre a situação atual e sobre a melhor forma de reagir para atenuar as consequências preocupantes.

Perante uma crise, os publicitários sempre defenderam a importância de fazer mais publicidade do que nunca, e o curso da história das principais marcas mundiais mostrou que têm razão. Hoje em dia, para além desta necessidade de marketing por parte das empresas, são também necessárias viagens de negócios.

Mas como se pode investir em viagens se tudo é risco e incerteza?

A chave está em trazer a nova estratégia empresarial para as viagens de negócios, assumindo na empresa uma política de «smart» business travel cujo epicentro é a combinação de segurança e produtividade.

Produtividade em smart business travel

Aplicar inteligência às viagens corporativas significa aumentar a sua produtividade, o que significa que o valor de negócio de uma viagem excede o investimento nela realizado. Portanto, a primeira reflexão seria analisar se tem um programa de viagem orientado para gerar valor. Se a resposta for não, há muito trabalho a ser feito. O ponto de partida seria nos dados. “Bigdata”, quantas vezes já lemos ou ouvimos essa palavra? Aqui está a chave. A solução para melhorar a produtividade das viagens empresariais reside nos próprios dados de uma empresa.

Para que estes se tornem um valor real, devem ser analisados e tiradas conclusões substanciais: que destinos são fundamentais para a empresa no presente e no futuro próximo, onde se encontra a maior massa de potenciais clientes, quais os produtos/serviços estratégicos para a empresa nos próximos meses e que departamentos estão envolvidos, que disponibilidade e situação têm os colaboradores envolvidos num determinado projeto, que características determinam que uma reunião deve ser presencial e quais não, que viagens envolvem fechar um negócio sobre um montante de X…

A estes resultados temos de acrescentar o feedback dos viajantes corporativos. A experiência de um único viajante de negócios ajuda a melhorar a experiência de viagem do resto dos seus companheiros de viagem. Ter um conhecimento direto e pontual de como foram as viagens, como encontrou o seu alojamento, o que precisou e o que lhe sobrou, o que iria mudar e o que iria manter, pode significar poupanças consideráveis em viagens de negócios para a empresa. E deve ter sempre em mente o Duty of Care da empresa para com os viajantes corporativos: não se poupa mais investindo menos numa viagem, mas sim fazendo da viagem a melhor experiência possível para que o colaborador possa ter o seu melhor desempenho quando se encontra em ótimas condições.

Smart business travel: chaves do Duty of Care

Cuidar dos viajantes de negócios é um grande investimento, daí a importância de serviços como o Business Travel Security, que permite aos viajantes de negócios serem informados de quaisquer incidentes nas suas viagens e oferece aos gestores de viagens a possibilidade de geolocalizar estes viajantes e contactá-los diretamente o mais cedo possível.

Outras ações, como a reserva com uma margem de tempo mais longa do que o habitual (com mais de dez dias de antecedência, por exemplo) e com seguro de cancelamento permite ao viajante de negócios planear o seu dia no destino muito melhor para que seja o mais rentável possível. A empresa também pode aceder a mais opções de viagem e melhores tarifas.

Só se viajar pode ligar o motor de negócios. A primeira vez vai custar mais mas, assim que a experimentar, a chave é continuar a viajar e em cada viagem aprender com ela para tornar a experiência o mais produtiva possível.

A dependência absoluta da tecnologia atual mostrou-nos que as reuniões virtuais não são um substituto para as reuniões presenciais. A virtude das viagens de negócios é precisamente o facto de permitir reuniões que promovem relações comerciais e pessoais, porque não devemos esquecer que as empresas são formadas por pessoas e, como tal, são movidas por emoções.

Numa publicação anterior já referimos um novo termo como a última tendência em viagens de negócios: o Duty of Loyalty. Isto é essencial tanto para a segurança como para a produtividade nas viagens de negócios, pois só tornando o viajante de negócios consciente dos seus deveres pode experimentar uma viagem de negócios responsável para si próprio e para a organização a que pertence.

Se deseja rever a produtividade da sua política de viagens com as últimas novidades em matéria de viagens de negócios, não hesite em consultar a sua equipa de peritos na Barceló Viagens.